terça-feira, 18 de março de 2014

PS_Texto para Blog

Cursista: Aparecida Elizabeth Delarissa do Amaral
T26 a – Campo Grande – MS
Data: 18/03/2014
AEE para pessoa com surdez

Estudar a educação escolar das pessoas com surdez nos reporta não sá a questões referente as aos seus limites e possibilidades, como também aos preconceitos existentes nas atitudes da sociedade para com elas.
Essas pessoas enfrentam inúmeros entraves para participarem da educação escolar, decorrentes da especificidade do limite que aperda da audição provoca e da forma como se estruturam as propostas educacionais das escola. Muitos alunos com surdez podem ser prejudicados pela falta de estímulos ao seu potencial cognitivo, sócio-afetivo, linguístico e político-cultural e ter perdas consideráveis no desenvovimento da apendizagem, ficando aquém dos demais colegas de escola.
Concordamos com Rocha (1997), quando diz que não há mais tempo para se pensar em ilhas, asilo, nos quais, em nome da diferença, os surdos ficarão à parte. Assinalamos que a escolaridade segregada é tão ruim para a pessoas com surdez como para todos os demais alunos.
Mantoan (2003) alerta-nos para o fato de ser necessário esquecer as antigas subdivisões entre os sistemas escolares regulares especial, pois estes, hoje, complementam-se. Temos não só de eliminar as rupturas entre as áreas curriculares que fragmentam o conhecimento, mas também promover as relações interpessoais, nas escolas comuns.
O AEE PS, na perspectiva inclusiva, estabelece como ponto de partida a compreensão e o reconhecimento do potencial e das capacidades da pessoa com surdez, vislumbrando o seu pleno desenvolvimento e aprendizagem. Respeitando suas diferenças.
As diferenças desses alunos são reconhecidas e asseguradas por dispositivos legais, que determinam o direito a uma educaaçao bilíngue, em que Libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas de instrução em todo o processo educativo.
O AEEPS dever se visto como uma constução e reconstrução de experiências e vivências conceituais, em que a organização do conteúdo curricular não deve estar pautada numa visão llinear, hierarquizada e fragmentada do conhecimento. O conhecimento precisa ser compreendido como uma teia de relações, na qual as informações se processam como instrumento de interlocução e de diálogo.
As práticas de sala de aula comum e do AEEPS devem ser integradas e visando a essa integração sugere-se tanto na sala comimk como no AEEPS, im método de ensino que estimule vivências e que leve o aluno a aprender a aprender. Esse método consiste em um caminho que propicia as condições esseciais da aprendizagem do aluno com surdez, na abordagem bilíngue.
Para construir um ambiente de apendizagem favorável a esse aluno e aos demais, o professor comum deverá buscar recusos e materiais para operacionalizar suas aulas considerando que, como qualquer outro aluno, a pessoa com surdez é capaz de pensar, questionar, entrar em confilto com novas ideias. Por meio dessa metodologia vivencial de aprendizagem, os alunos vão ao encontro de repostas aos seus questinamentos, visando refutar ou confirmar o que está investigando. Ao agir diante de novos conhecimentos dessa meneira o aluno apende a aprender e aplica seus conhecimentos no cotidiano.
O AEEPS se dá em três momentos na escola comum e salas de recursos multifuncionais: AEEPS de Libras, AEEPS em Libras e AEEPS para o ensino de língua Portuguesa.
A proposta do AEEPS visa preparar para a individualidade e a coletividade as pessoas com surdez, provocando um processo comunicacional-dialogal-global e a superação da imanência da imediaticidade e buscando, assim, a transcendência, ou seja, um processo de mudanças do social, do cultural e do histórico-ideológico, com a ruptura de fronteiras, onde os saberes não aprisionem o corpo ao poder, mas possam liberá-lo para a era das relações das conexões dos nós comunicativos, das infinitas possibilidades humanas, em fim, ficar no lócus epistemológico da inclusão.

Referências bibliográficas:
MANTOAN, Maria Tereza Eglér. Inclusão Escolar: O que? Por que? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.
ROCHA, Solange, História do INES. Revista Espaço - Rio de Janeiro: INES. Edição especial, p. 3-31, agosto, 1997.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva


Tecnologia Assistiva
Essa tecnologia é aquela que buscará resolver os problemas funcionais do aluno, no espaço da escola, encontrando alternativas para que ele participe e atue positivamente nas várias atividades neste contexto. Aumentar a comunicação entre os pares.

O COMPUTADOR

Como recursos de acessibilidade, pode ser também  uma alternativa para o aluno que necessita de escrita rápida.
Muitas são as ações da rotina escolar e o professor (a) da sala de aula precisa ficar atento e avaliar o nível de participação  do aluno, desenvolvendo os recursos e as estratégias favoráveis, no sentido de qualificar a interação do aluno com o grupo, de promover acesso ao conhecimento escolar.
Essa  TA na educação será o meio pelo qual esse aluno possa fazer do seu feito e assim ele se tornará   protagonista de sua história, ativo no seu processo de desenvolvimento e aquisição de conhecimentos.

Referencia:
D 361 – Deficiência Física/Carolina R. Schirmer..[et. Al.]. – São Paulo: 130 p. (AEE), p. 51, 52, 53.


















segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AEE_Fechamento_2013

       No trabalho do AEE, o professor exerce um papel importante na construção do conhecimento do aluno buscando sempre a parceria do trabalho pedagógico do professor da sala de ensino regular, da família e a sociedade que o aluno está inserido.
Para desenvolver o AEE, é imprescindível que o professor conheça seu aluno e suas particularidades para além da sua condição cognitiva. O trabalho do professor do AEE é ajudar o aluno com deficiência a atuar no ambiente escolar e fora dele, considerando as suas especificidades cognitivas. Especificidades que dizem respeito principalmente à relação que ele estabelece com o conhecimento que promove sua autonomia intelectual. É função do professor do AEE organizar situações que favoreçam o desenvolvimento do aluno com deficiência e que estimulem o desenvolvimento cognitivo e da aprendizagem e outras dificuldades ou deficiência que o aluno apresenta.
Para que haja seqüência dispomos de instrumentos de trabalho. O estudo de caso que é uma investigação que se assume, individualista, isto é, que se debruça deliberadamente sobre uma situação específica de um aluno para melhor apoiar o desenvolvimento de um plano de atendimento educacional especializado.
É imprescindível que o professor do AEE se articule com professor da sala regular, para avaliarem em conjunto os aspectos cognitivos, motor, social, afetivo, emocional e intelectual do aluno, ressaltando suas habilidades e verificando suas dificuldades a serem superadas. Assim, após essa especulação, cabe ao professor da Sala de Recursos Multifuncionais desenvolver um trabalho voltado para o desenvolvimento conceitual desse aluno, organização do pensamento, raciocínio lógico, entre outros aspectos, de acordo com as especificidades, sempre em busca da avaliação e do acompanhamento da aprendizagem desse aluno. O que repercutirá na sala de aula comum.
Assim, como a realização dessas atividades os alunos atendidos terão a autonomia, liberdade e direcionamento para desenvolverem os aspectos motor, físico, psíquico, emocional, social e cognitivo. Para isso acontecer depende-se de um bom estudo de caso, para que através da pesquisa-ação sobre esse aluno possam-se organizar estratégias que possibilitem seu desenvolvimento. Pois, no estudo de caso estarão explícitos aspectos específicos de cada aluno, desde a proposição do caso, a análise, estudo e identificação do problema.
Quanto ao estudo de caso o mesmo trata-se de uma abordagem de investigação adequada quando procuramos compreender, explorar ou descrever acontecimentos e contextos complexos nos quais estão simultaneamente envolvidos diversos fatores que envolvam o aluno da sala de recursos multifuncional.

O plano do atendimento educacional especializado deve propor atividades que contribuam para a aprendizagem de conceitos, além de propor situações vivenciais que possibilitem esse aluno organizar o seu pensamento. Esse atendimento deve se fundamentar em situações-problema, que exijam que o aluno utilize seu raciocínio para a resolução de um determinado problema. 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

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Mensagem de Apresentação
Sou pedagoga e com alguma outras especializações, atuo na educação especial NUMAPS desde 2007, trabalhei com alunos com nee nos anos de 2005 e 2006 na época chamava-se itinerante, trabalhei na Instituição Cotolengo/Orionópolis com alunos com paralisia cerebral grave associadas a outras deficiências. Procuro fazer cursos voltados para minha profissão como: Libras, Braille e outros como forma de incluir-me realmente junto aos alunos com algumas deficiências. Tenho dois filhos (casal), sou casada, Douradense, mas resido aqui em C. Gde onde realizei muitos sonhos.Tenho grandes espectativas em relação ao curso que inicio agora. Grata.

Comentários - “EAD Vídeos sobre Tecnologias”

* No documentário "Did you Know 2.0", produzido por Karl Fisch, observa-se que nosso cotidiano muda rapidamente. O mundo virtual contribui muito para a aceleração dos processos. Eis uma dificuldade que encontramos na escola. Assim como facilitou e encurtou distância, percebe-se pais cada vez mais assoberbados e consequentemente ausentes, e filhos agraciados muitas vezes com a virtualidade das relações. Eis um grande desafio!

* No vídeo "Web 2.0 ... The Machine is Us/ing Us" de Michael Wesch, observa-se na tecnologia o que há de mais brilhante: a rapidez no fluxo da informações. Nada, ou quase nada se perde em curto espaço de tempo e com grande qualidade. Pessoas se comunicam em diversos países ao mesmo tempo, integralizando informações, somando vozes e vezes. É surpreendente, porém, repito, um grande desafio!

A tecnologia inovando a educação


         Diante dos textos de Moran (2002) e (2003), é possível compreender que, a educação on-line não equivale à educação a distancia. Um curso por correspondência é a distancia e não é on-line. Por outro lado, não podemos confundir a educação on-line só com cursos pela Internet e somente pela Internet no modo texto.
Hoje a educação on-line possibilita algumas ferramentas da comunicação, principalmente via Internet, que é um dos caminhos mais promissores para os avanços da educação a distancia e permite ao menos em teoria valorizar o melhor da transmissão para muitos grupos e novas formas de interação.
Como contribuição, algumas universidades, integram aulas presenciais com aulas e atividades virtuais, flexibilizando tempos e espaços de ensino-aprendizagem até agora praticamente confinados à sala de aula. O currículo pode ser flexibilizando, segundo a portaria 2253 do MEC, em 20% da carga total, cada universidade irá definir qual é o ponto de equilíbrio entre o presencial e o virtual em cada área do conhecimento.
Como a educação a distancia permite formar múltiplas turmas simultaneamente, o gerenciamento de situações novas exige planejamento, equipe pedagógica competente e multidisciplinar e aprendizagem de metodologias e utilização de tecnologias ainda pouco conhecidas.
Destacando algumas dificuldades deste novo modelo de ensino, observa-se que os professores aprenderam como alunos a relacionar-se com o modelo convencional de ensinar a aprender dentro de um espaço bem especifico que é a escola e dentro dela que é a sala de aula
Sugere-se que para uma eficácia na aprendizagem on-line tenha-se organização de tempo, frequência de leitura, cronograma e metodologia e colaboração entre os participantes do curso nos fórum. É importante neste processo dinâmico de aprender pesquisando. Utilizar todos os recursos, todas as técnicas possíveis por cada professor por cada instituição, por cada classe: Integrar as dinâmicas tradicionais com as inovadoras, a escrita com audiovisual, o texto sequencial com o hipertexto, o encontro presencial com o virtual.
Um bom curso a distância, é formado por profissionais, atenção pedagógica especial e alunos dispostos a aprender e saber compartilhar o que foi aprendido, nos envolve ativamente traz contribuições significativas, experiências e ideias bastante rica, planejamento bem elaborado.
Um bom curso, presencial ou a distancia, sempre será caro, porque envolve qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa, ela tem alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim poderemos avançar de verdade.

REFERÊNCIAS
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007. http://www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm 
SILVA, Marco. Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativaSão Paulo: Loyola, 2003. p. 39-50. http://www.eca.usp.br/moran/contrib.htm